sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O Universo 1ª Temporada Dublado DVDRip DivX

Download O Universo 1 Temporada Dublado DVDRip DivXDados da Série:

Nome da Série: O Universo
Título Original: The Universe
Duração: 42 min
Data de Exibição: 2007
Tamanho por Episódio: 350 MB
Formato: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Áudio: Português




Episódios

Segredos do Sol
ON

Marte
ON

Fim da Terra
ON

Jupiter
ON

Mercúrio e Venus
ON

Espaconave Terra
ON

Mercurio e Venus
ON

Saturno
ON

Galaxias Longinquas
ON

Vida e Morte das Estrelas
ON

Planetas Externos
ON

Lugares Perigosos
ON

Procura pelo ET
ON

Além do BigBang
 
Por Alexandre Gonçalves
ON  

O Universo 3ª Temporada Dublado

Download O Universo 3ª Temporada Dublado DVDRip XviD - Baixar O Universo 3ª Temporada Dublado DVDRip XviDDados da Série:
Nome da Série: O Universo
Título Original: The Universe
Duração: 42 min
Tamanho por Episódio: 350 MB
Formato: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Áudio: Português





O Universo - Terceira Temporada - Dublado

Episódio 01: Desastres espaciais
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Episódio 02: Universos paralelos
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Episódio 03: Velocidade da Luz
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Episódio 04: Sexo no espaço
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Episódio 05: Rostos Alienígenas
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Episódio 06: Cometas e Meteoros Mortais
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Episódio 07: Vivendo no Espaço
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Episódio 08: Detendo o Armagedon
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Episódio 09: Outro planeta Terra
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Episódio 10: Os fenômenos mais estranhos do espaço
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Episódio 11: O Limite do Espaço
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Episódio 12: Fenômenos Cósmicos
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Assistir Online O Universo - Terceira Temporada - Dublado

Episódio 01: Desastres espaciais
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Episódio 02: Universos paralelos
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Episódio 03: Velocidade da Luz
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Episódio 04: Sexo no espaço
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Episódio 10: Os fenômenos mais estranhos do espaço
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Episódio 11: O Limite do Espaço
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Episódio 12: Fenômenos Cósmicos
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Por Alexandre Luiz

O Universo 2ª Temporada Dublado DVDRip DivX

Download O Universo 2 Temporada Dublado DVDRip DivXDados da Série:
Nome da Série: O Universo
Título Original: The Universe
Duração: 42 min
Data de Exibição: 2008
Tamanho por Episódio: 350 MB
Formato: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Áudio: Português




Download O Universo 2ª Temporada Dublado
01. Planetas Alienígenas
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02. Buracos Cósmicos
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 03. Mistérios da Lua
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04. A Via Láctea
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05. Luas Alienígenas
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06. Matéria Escura
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07. Astrobiologia
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08. Viagem Espacial
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09. Supernovas
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10. Constelações
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11. Mistérios Inexplicáveis
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12. Colisões Cósmicas
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13. Colonizando o Espaço
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14. Nébulas
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15. Climas Selvagens do Cosmo
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16. As Maiores Coisas do Universo
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17. Gravidade
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18. O Fim do Universo(off)
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Por Alexandre Luiz

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Lançamento de Satélites

Tal como a Lua, giram hoje ao redor da Terra vários satélites artificiais. Entre eles encontram-se satélites para previsão do tempo, para comunicações telefônicas, para enviar imagens televisionadas, para auxílio à navegação aérea e marítima, e satélites que funcionam como observatórios astronômicos, muito acima da atmosfera terrestre.
Para colocar um satélite em órbita é necessário vencer dois grandes obstáculos. Primeiro: a gravidade terrestre, que nunca deixa de exercer sua influência. Segundo, a resistência oposta pela atmosfera, através da qual o satélite deve passar para alcançar sua órbita.
Gravidade
O antigo ditado "tudo que sobe cai" não é verdadeiro, se o objeto subir com a velocidade adequada. Se o foguete alcançar a velocidade de pouco mais de 11,26 km/s, aproximadamente 40.536 km/h, poderá escapar da Terra. Apesar da gravidade da terrestre continuar a desacelerá-lo, sua velocidade inicial é suficiente para permitir a fuga, prosseguindo talvez para a Lua, Vênus, Marte ou tornando-se uma satélite do Sol.
Para colocar um satélite em órbita ao redor da Terra, a uma altitude de 322 km, deve-se impulsioná-lo até atingir a velocidade de aproximadamente 28.962 km/h. A força da gravidade fica equilibrada pela força produzida pela velocidade do satélite em órbita. Assim, para responder à pergunta "o que faz um satélite permanecer em órbita?" é necessário entender os efeitos da gravidade e da velocidade do satélite.
Suponhamos que um projétil seja lançado por um canhão, horizontalmente, do alto de uma montanha, com velocidade cada vez maior. Desprezando a resistência do ar, haverá de chegar um momento em que o projétil não mais voltará a estabelecer contato com o solo, ele entrará em órbita.
Os satélites são projéteis disparados com uma velocidade tal que não possam mais aterrissar. Eles caem continuamente rumo à Terra, porque são atraídos pela força da gravidade, mas a superfície curva da Terra impede-os de aterrissar.
Na realidade, para colocar em órbita um satélite, não o disparamos horizontalmente com uma grande velocidade. Ele é levado por um foguete que, enquanto o eleva, lhe fornece também a velocidade horizontal necessária para fazê-lo permanecer em órbita.
É importante observar que, mesmo em órbita, a força gravitacional da Terra continua a existir, do contrário o satélite se moveria em linha reta e se perderia no espaço.
A própria Terra é um exemplo de um corpo que se move suficientemente rápido (cerca de 29 km/s) para não cair sobre o Sol, porém não tão rapidamente que a permita romper o sistema solar. Os satélites artificiais tornam-se menos misteriosos quando se percebe que eles obedecem às mesmas leis que regem os planetas nas suas órbitas ao redor do Sol.
Permanência em órbita
Quando se tem conhecimento que um satélite artificial em órbita não tem motor para impulsioná-lo (exceto para pequenos ajustes de posição) surge logo a pergunta "como se mantém em movimento, então?" É uma pergunta perfeitamente natural porque nossa observação diária mostra que os veículos - carros, trens, barcos - param se não forem continuamente impulsionados por um motor qualquer.
Entretanto, o que nem sempre é percebido e entendido é o fato de terem todos esses veículos uma força que se opõe ao movimento, resultante do contato com a terra, água, ar, etc. Sem atrito, um carro pode movimentar-se indefinidamente, com o motor desligado. Newton expressou esse fato em uma das suas leis, quando estabeleceu que um corpo permanece em movimento uniforme a menos que seja obrigado a mudar seu estado por forças atuantes sobre ele.
Em altitudes de 160 km, ou acima, o efeito da atmosfera terrestre é muito fraco, de modo que nada há para diminuir a velocidade do satélite. Naturalmente, alguns satélites tiveram vida curta não por deficiências de projeto, mas por terem sido lançados em órbitas que cruzaram as partes mais baixas, mais densas, da atmosfera terrestre.
A atmosfera
A atmosfera terrestre é um elemento que deve ser considerado. Acabamos de ver que um satélite artificial deve estar acima da atmosfera, para que não tenha sua velocidade diminuída, e, em conseqüência, reduzida a sua capacidade de se opor aos efeitos da gravidade.

As camadas da atmosfera terrestre e as suas temperaturas típicas.
No planejamento de uma missão, desde o lançamento do foguete até o momento em que a nave fica acima do ar, a atmosfera deve ser levada em consideração. O veículo deve ser aerodinâmico de modo a tornar a resistência do ar um valor mínimo. A velocidade na baixa atmosfera não deve ser muito grande , porque a força de atrito aumenta com a velocidade. Além disso, o calor resultante desse atrito eleva a temperatura a valores que podem ser nocivos ao material da nave.

Como calcular o peso que um balão pode levar

QUER CONSTRUIR SEU PRÓPRIO BALÃO?

Independente dos balões ecológicos que, comprovadamente não oferecem riscos a natureza, existem formas de soltar um balão tradicional com segurança. A mais comum é soltar o balão com uma carga bem inferior aos padrões adotados pelos baloeiros, afinal todos sabem que balão leve fica mais tempo no alto, a bucha queima toda e cai apagado. Porém, fazer cálculos ”no olho” é muito comum e muitas vezes não funciona.
Muita gente se baseia em balões que deram certo porém já existiu na história casos de balões que tiveram uma carga similar porém não tiveram o mesmo sucesso do balão de referência.
No mundo do balão, a explicação para um balão subir vem da física: O balão, um objeto fechado que inflado com ar quente devido a lei da gravidade sobe pois o ar quente é mais leve que o frio. Agora se usamos a física para entender como um balão sobe, porque não a utilizamos para calcular seu peso?
Essa conta funciona assim como calcula-se uma carga de um avião, um helicóptero. Afinal a força do motor deve carregar o peso total. Nos balões, a conta é a mesma mas deve-se entender que ela sofre variações de acordo com a velocidade do vento e a altitude. Por isso que no Rio de Janeiro os balões precisam de menas bucha para subir pois o Rio está no nível do mar. Outro fator importante é a temperatura. Em Curitiba, o frio é mais intenso e o “choque térmico” do calor da bucha no papel com o frio externo faz com que o balão perca força. Um exemplo claro são os balões de seda num dia quente. Devido ao calor externo, o papel dilata, o balão fica maior e consequentemente, a área interna aumenta. Haja visto que muitos balões que ficam o dia inteiro no alto caem deformados. Cores escuras também aumentam a absorção de calor externo por isso que nos regulamentos dos Festivais Ecológicos são exigidos mais cores escuras nos projetos, afinal o balão precisa do calor do sol para se manter no alto.
Mas vamos ao que interessa: Como calcular o Empuxo (força) de um balão:
O passo mais importante é conhecer o molde. Com ele use a calculadora da Gazeta para ver os dados:
Vamos escolher um balão com 10 metros, 36 gomos e bainha de 1cm com o molde Truffi Magia2:
Após clicar em calcular ele vai gerar os seguintes dados além claro dos pontos do molde:
Esses dados servem para cálculo do molde porém uma informação é importante para nosso cálculo:
O metro cúbico (m3) é o valor do espaço interno do balão. Com essa informação, faremos a conta para saber quanto de peso o balão pode levar.
Para isso basta multiplicar por 0,40:
120,8×0.40=48,32
De acordo com nosso cálculo o balão pode puxar por volta de 48 kilos
Agora vamos calcular o peso de tudo pra saber se o balão vai ou não subir tranquilamente.
Pese tudo. Tudo mesmo: Balão, Bucha, Boca, Guias, Engates, Bandeira, antena, cabresto.
Muita gente acha que o cálculo é da Boca pra baixo mas se engana. Afinal a força para levantar tudo vem de dentro do balão e o Balão, Boca e Bucha também influenciam no peso total.
Outro detalhe que a força total do balão é quando a bucha está bem inflamada. Por isso que um balão nas guias sai fraco e com o tempo vai ficando mais forte.
Procure sempre respeitar uma margem de segurança de no máximo 80% afinal, para essa conta ser exata teríamos que fazer uma conta grande envolvendo pressão atmosférica, velocidade do vento, temperatura e mais um monte de coisas.
Bem é isso ai. Espero ter contribuído para que todos soltem balões com segurança. Pra cada um existe uma fórmula, dados vindo de experiências passadas, mas pra quem não tem como perguntar vale a dica, afinal já soltei muitos balões usando esse cálculo e todos caíram após horas de voo apagadinhos.
Alexandre Gonçalves

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ATMOSFERA


Uma atmosfera é uma camada de gases que envolve (nem todos os casos) um corpo material com massa suficiente.Os gases são atraídos pela gravidade do corpo e são retidos por um longo período de tempo se a gravidade for alta e a temperatura da atmosfera for baixa. Alguns planetas consistem principalmente de vários gases e portanto têm atmosferas muito profundas (veja planetas gasosos).

O termo atmosfera estelar é usada para designar as regiões externas de uma estrela e normalmente inclui a porção entre a fotosfera opaca e o começo do espaço sideral. Estrelas com temperaturas relativamente baixas podem formar compostos moleculares em suas atmosferas externas. A atmosfera terrestre protege os organismos vivos dos raios ultravioleta.


Pressão atmosférica
Ver artigo principal: Pressão atmosférica
A pressão atmosférica é a força por unidade de área que é aplicada perpendicularmente numa superfície pelo gás circundante. è determinada pela força gravitacional planetária em combinação com a massa total de uma coluna de ar acima de um determinado local na superfície. As unidades de pressão atmosférica são baseados pela atmosfera padrão internacionalmente reconhecido (atm), que é definido como 101,325 Pa (ou 1.013.250 dinas por cm²).


Escape atmosférico
A gravidade de superfície, a força que segura uma atmosfera, difere significativamente conforme o planeta. Por exemplo, a imensa força gravitacional de Júpiter é capaz que reter gases leves tais como o hidrogênio e o hélio, que normalmente escapam de objetos com pouco força gravitacional. A distância entre um corpo celestial e sua estrela mais próxima determina a disponibilidade de energia ao gás atmosférico ao ponto onde o movimento térmico excede a velocidade de escape do planeta, a velocidade no qual as moléculas de gás supera a ação da força gravitacional. Assim, o distante e Titã, Tritão e Plutão são capazes de reter suas atmosferas apesar da fraca força gravitacional. Exoplanetas, teoricamente, também podem reter tênuas atmosferas.


Composição

As camadas mais altas da atmosfera terrestreA composição inicial da atmosfera de um corpo geralmente reflete a composição e a temperatura da nebulosa solar local durante a formação planetária e o subseqüente escape dos gases interiores. Estas atmosferas originais sofrem muita evolução com o decorrer do tempo, sendo que a variedade dos planetas reflete em muitas atmosferas diferentes.

Por exemplo, as atmosferas de Vênus e Marte são compostas primariamente de dióxido de carbono, com pequenas quantidades de nitrogênio, argônio e oxigênio, além de traços de outros gases.

A composição atmosférica terrestre reflete as atividades dos seres vivos. As baixa temperaturas e a alta gravidade dos planetas gasosos permite a eles reter gases com baixas massas moleculares. Portanto, estes contêm hidrogênio e hélio e subseqüentes compostos formados pelos dois. Titã e Tritão, satélites de Saturno e Netuno, respectivamente, apresentam atmosféricas não negligenciáveis, primariamente constituídas de nitrogênio. Plutão também apresenta uma atmosfera semelhante, mas esta se congela quanto o planeta-anão se afasta do Sol.


Estrutura
Terra
Ver artigo principal: Atmosfera terrestre
A atmosfera terrestre consiste, da superfície até o espaço, da troposfera, da estratosfera, mesosfera, ionosfera e exosfera. cada uma destas camadas apresentam gradiente adiabático saturado, definido as mudanças de temperatura conforme a altura.


Outros
Atmosfera de Mercúrio
Atmosfera de Vênus
Atmosfera da Lua
Atmosfera de Marte
Atmosfera de Júpiter
Atmosfera de Saturno
Atmosfera de Titã
Atmosfera de Urano
Atmosfera de Netuno
Atmosfera de Tritão
Atmosfera de Plutão
Circulação
Ver artigo principal: Circulação atmosférica
A circulação da atmosfera ocorre devido às diferenças térmicas quando a convecção torna-se um transportador de gases mais eficiente do que a radiação termal. Em planetas onde a fonte primária de calor é a radiação solar, o calor excessivo dos trópicos é transportando para latitudes mais altas. Quando um planeta gera quantidades significativas de calor interno, como no caso de Júpiter. Ocorre a convecção vertical, ou seja, o calor interno é levado para altitudes mais altas.


Importância
Do ponto de vista de um geologista planetário, a atmosfera é um agente evolucionário essencial na morfologia de um planeta. O vento transporta poeira e outras partículas que degrada a superfície (erosão eólica). precipitações atmosféricas, tais como a queda de gelo (neve, granizo, etc.) e chuva, que dependem da composição atmosférica, também influenciam o relevo. Mudanças climáticas podem influenciar a história geológica de um planeta. De modo oposto, o estudo da superfície de um planeta, primeiramente a Terra, pode levar a um entendimento sobre a história da atmosfera e do clima no planeta.

Para um meteorologista, a composição da atmosfera determina o clima e suas variações.

para um biologista a composição atmosférica mantém uma íntima relação com o aparecimento da vida e de sua evolução.
Por Alexandre Gonçalves

terça-feira, 18 de outubro de 2011

As sondas Voyager resolvem mistério nos confins do Sistema Solar


As sondas Voyager estão voando através das fronteiras externas da heliosfera em direção ao espaço interestelar. Um campo magnético, destacado aqui em amarelo, foi relatado por Orpher et al. na edição de 24 de dezembro de 2009 da revista Nature. Crédito©: The American Museum of Natural History
As sondas Voyager estão voando através das fronteiras externas da heliosfera em direção ao espaço interestelar.
Um campo magnético, destacado aqui em amarelo, foi relatado por Orpher et al. na edição de 24 de dezembro
de 2009 da revista Nature. Crédito©: The American Museum of Natural Histor
Os astrônomos alegam que nosso Sistema Solar está atravessando uma nuvem de material interestelar que não deveria estar aqui presente. Agora, as antigas sondas Voyager estão ajudando a resolver este mistério em nossa vizinhança galáctica.
A nuvem em questão é chama-se “Nuvem Interestelar Local“. Este objeto tem cerca de 30 anos-luz de diâmetro e contém uma fraca mistura de átomos de hidrogênio e hélio, de acordo com a notícia da NASA anunciada em 23 de dezembro de 2009. As estrelas vizinhas, que explodiram há cerca de 10 milhões de anos atrás, deveriam ter esmagado ou dispersado esta nuvem.
Nuvem Interestelar Local. Crédito: Linda Huff e Priscilla Frisch
Nuvem Interestelar Local. Crédito: Linda Huff e Priscilla Frisch

O que está mantendo esta misteriosa nuvem no seu lugar?

“Usando dados das sondas Voyager, descobrimos um forte campo magnético, nas fronteiras externas do Sistema Solar”, explicou Merav Opher, heliofísico, pesquisador da Universidade George Mason e convidado da NASA. “Este campo magnético é responsável pela sustentação desta nuvem interestelar e resolve o antigo mistério que cerca sua existência”.
“A nuvem é mais fortemente magnetizada do que se pensava anteriormente”, afirma Opher. “Este campo magnético pode dar a pressão extra necessária para resistir à destruição.”
Opher e seus colegas explicaram sua descoberta na edição de 24 de dezembro de 2009 da revista Nature.
O Sistema Solar em escala logarítimica mostra a distância do Sol aos planetas, a Heliosfera, o Meio Interestelar e a nuvem de Oort.
O Sistema Solar em escala logarítmica mostra a distância do Sol aos planetas, cinturão de asteróides, cinturão
de Kuiper, a Heliosfera (heliosphere), o Meio Interestelar (Interstellar Medium) e a nuvem de Oort (Oort Cloud).
As duas sondas Voyager da NASA estão navegando para fora do Sistema Solar há mais de 30 anos. Agora ambas estão muito além da de órbita de Plutão e quase na fronteira do espaço interestelar. Durante a década de 90, a Voyager 1 tornou-se no objeto feito homem mais longínquo existente no espaço. Hoje (dez/2009), a Voyager 1 está a mais de 112 UA do Sol, viajando a 17,08 km/s. A Voyager 2 está a cerca de 91 UA do Sol e se distancia a uma velocidade de 15,49 km/s.
As duas Voyager viajam em direções opostas já revelaram, entre outras coisas, que a bolha em torno do nosso Sistema Solar é achatada.
“As Voyager não estão atualmente dentro desta nuvem interestelar”, afirmou Opher. “Mas elas estão lá perto e podemos sentir como é à medida que nos aproximamos.”
Concepção artística das sondas Voyager à medida que se aproximam do espaço interestelar. Crédito: NASA/JPL
Concepção artística das sondas Voyager à medida que se aproximam do espaço interestelar. Crédito: NASA/JPL
A Nuvem Interestelar Local está mesmo para lá das bordas do Sistema Solar e é contida pelo campo magnético do Sol, que é “inchado” pelo vento solar em uma espécie de bolha magnética com mais de 10 bilhões de quilômetros. Denominada “heliosfera“, esta bolha protege o Sistema Solar interior dos raios cósmicos galácticos e das nuvens interestelares. As duas Voyager estão localizadas na camada exterior da heliosfera, em inglês denominada “heliosheath“, onde o vento solar é freado pela pressão do gás interestelar.
A Voyager 1 entrou na camada “heliosheath” em Dezembro de 2004. A Voyager 2 a seguiu em Agosto de 2007. Estas travessias providenciaram dados fundamentais para este novo estudo.
Outras nuvens interestelares podem também estar magnetizadas, assumem Opher e seus colegas. Assim, nós poderemos eventualmente colidir com algumas.
“Os seus fortes campos magnéticos podem comprimir a heliosfera ainda mais do que está agora”, conforme o estudo da NASA. “Uma maior compressão pode permitir com que um maior número de raios cósmicos alcance o Sistema Solar interior, possivelmente afetando o clima terrestre e a capacidade dos astronautas viajarem em segurança pelo espaço.”

Fontes e referências

Nature: A strong, highly-tilted interstellar magnetic field near the Solar System por M. Opher, F. Alouani Bibi, G. Toth, J. D. Richardson, V. V. Izmodenov & T. I. Gombosi